A gestão Medeiros se especializou em colecionar eliminações.
Em setembro do ano passado já havia deixado escapar 10 taças.
Botou no museu um único caneco nos último quatro anos, o da Recopa Gaúcha de 2017 obtida nos pênaltis contra o Ypiranga.
A Recopa tem caráter oficial, mas é simbólica.
Muito embora Argel Fucks coloque orgulhosamente no seu currículo a conquista de dois títulos no Inter, o do Gauchão e o da Recopa em 2015.
Sobre Argel.
Foi o treinador, isto em 2016, que me levou a cometer a frase “o Inter é a vaca no poste”.
Quem vê uma vaca em cima de um poste sabe que a vaca está lá.
Como a vaca chegou lá são outros quinhentos.
Eu não conseguia explicar aquele Inter de Argel que estava na ponta da tabela do Brasileiro.
Quando começou a despencar até o rodapé, eu entendi.
Volto a Medeiros.
Zago, Guto, Hellmann, Zé Ricardo, Coudet, Abel Braga...
De todos, Hellmann levou o time mais longe.
Mas não levou a taça. Falo do vice da Copa do Brasil de 2019.
Cair é do jogo.
Mas cair diante de um América-MG, time da Segundona, é fiasco.
Como foi fiasco deixar a taça da Copa do Brasil escapar em casa diante do Athletico-PR.
Inter, colecionador de eliminações
Botou no museu um único caneco nos último quatro anos, o da Recopa Gaúcha de 2017
