Hiltor Mombach

Inter contratará mais uma auditoria

O Inter segue atrás de números para buscar ressarcimento dos danos financeiros que considera ter sofrido na gestão Vitorio Piffero, entre janeiro de 2015 e dezembro de 2016.
A gestão foi considerada temerária ou irregular.
No capítulo da “Conclusão Final”, o item 9 do documento deixou claro:
“Cópia desta decisão deverá ser encaminhada ao Conselho de Gestão, para fins de avaliar eventual observância de sugestões e recomendações aqui contidas e eventuais medidas judiciais cabíveis para ressarcimento dos prejuízos causados ao patrimônio do Clube”.
Está acontecendo um levantamento exato dos valores.
Será solicitado ressarcimento dos adiantamentos de valores em espécie – que somam cerca de R$ 10 milhões – para o suposto pagamento de obras que não foram encontradas.
Os gastos, aqueles considerados abusivos nos cartões de crédito corporativos do clube, dificilmente serão cobrados.
"Até porque alguém comeu" diz um dirigente colorado, referindo-se ao fato de que os cartões serviram para pagar refeições.
Há gastos altos: "Aqui a questão é moral, ética", diz.
Será contratada uma auditoria para analisar a questão dos guard rail.
O clube quer saber se houve superfaturamento.
Do relatório
"Nos meses de março, abril e outubro de 2015 e agosto de 2016, em nove oportunidades, pagamentos à empresa RODOSEG Segurança e Engenharia Rodoviária Ltda., pertencente a Arturo Affatato e integrante do mesmo grupo empresarial da SINARODO Sinalizadora Rodoviária Ltda., pertencente aos irmãos e sócios Arturo Affatato e Pedro Antonio Affatato, Vice-Presidente de Finanças, em valores que totalizaram R$ 1.167.429,27, referentes a serviços de confecção de guard rail, suportes e fixadores."