Barcellos não se autoelegeu.
Num segundo momento, passou pelo crivo do sócios do Inter, que votam em resultados do futebol.
Como a gestão Medeiros nada havia conquistado, embora o ótimo trabalho de reconstrução de um time oriundo da Segundona, o voto em Barcellos foi um voto contra Medeiros.
Num primeiro momento, os movimentos políticos colocaram Barcellos no pátio.
Alguns arrumaram cargos.
Muitos devem debandar.
A crise do futebol é uma extensão da crise institucional.
A polarização atingiu seu nível máximo, seguindo a cartilha do que se vê na política partidária.
Como será a eleição presidencial?
Se seguir os moldes da última, teremos farta distribuição de fake news e oferta de empregos para os chamados influenciadores.
Poderia apostar que tentarão transformar em ótimos os resultados de campo dos últimos três anos.
