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O Inter pretende fazer em dezembro a maior eleição do mundo, superar os 57.088 votantes no pleito de 2010 do Barcelona. A mais polêmica já está garantida. O candidato Roberto Siegmann entrou com um requerimento exigindo dos concorrentes uma espécie de ficha limpa já adotada pelo Grêmio. A Comisão Eleitoral indeferiu. Siegmann não entrará na Justiça, mas abriu o caminho para que um conselheiro um sócio faça isto. Alguém fará. Afirma que os concorrentes estão moralmente obrigados a comprovar idoneidade. Em última instância assumiria o presidente do Conselho Deliberativo, Ibsen Pinheiro. O Inter queria uma eleição retumbante. Já tem.