Cometendo uma verdade exagerada diria que o Inter jogou como nunca no Beira-Rio e perdeu como sempre.
Nem sempre perde.
Algumas vezes empata.
Jogou como nunca no segundo tempo diante do Palmeiras.
Finalizou 13 vezes e teve três grandes chances.
Perdeu como havia perdido para o Galo.
Atuou com um a mais desde os 17min finais.
Largou atrás, igualou com uma penalidade e levou o segundo quase no final.
Pelo segundo tempo e descontado o fato de estar com um a mais o que se viu foi uma evolução com Aguirre logo no terceiro confronto.
É possível que encaixe a tempo de brigar por vaga na Libertadores, embora isto seja pouco provável.
A estatística impressiona. São sete jogos sem ganhar como mandante, o maior jejum do século.
Perdeu para Grêmio, Vitória, Atlético-MG e Palmeiras e empatou com Always Ready e Sport em confrontos pelo regional, Copa do Brasil, Libertadores e Brasileiro.
O Inter tem nove pontos em 24 disputados, 37.5% de aproveitamento.
A notícia ruim não é uma novidade: voltou a perder.
A boa é que pela atuação diante do Palmeiras no segundo tempo (com 11 contra 10) há uma luz no fim do túnel.
Internacional: Daniel; Saravia, Pedro Henrique, Cuesta e Heitor; Rodrigo Dourado (Boschilia), Edenilson, Mauricio, Patrick e Caio Vidal; Yuri Alberto. Técnico: Diego Aguirre Palmeiras: Jaílson, Marcos Rocha (Gabriel Menino), Luan, Kuscevic e Renan; Danilo, Zé Rafael (Felipe Melo); Raphael Veiga (Patrick de Paula), Gustavo Scarpa (Danilo Barbosa) e Breno Lopes (Victor Luís); Deyverson. Técnico: Abel Ferreira
