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O Juventude encara neste domingo o Internacional no primeiro confronto pelas semifinais do Campeonato Gaúcho. O representante caxiense não vive os tempos de ouro da década de 90, quando desfilou na elite do futebol brasileiro, mas continua sendo forte no Rio Grande do Sul. O Juventude começou a fazer história quando conquistou o Brasileiro da Série B, em 1994. No ano seguinte, estava na Série A jogando contra Grêmio, Inter, Corinthians, Flamengo e outras potência. No segundo turno, entrou em terceiro lugar entre os 12 times do seu grupo. Uma façanha. Embalado e na Série A, o Juventude cometeria outra façanha: em 1998, conquistou o Gauchão ao empatar com o Internacional, em pleno Beira-Rio. Para espanto de muitos, as façanhas não pararam aí. Em 27 de junho de 1999, depois de um 0 a 0 contra o Botafogo, diante de mais de 100 mil torcedores no Maracanã, o Juventude conquistou o título da Copa do Brasil. Havia vencido por 2 a 1 no estádio Alfredo Jaconi. O Juventude campeão: Èmerson; Marcos Teixeira, Índio, Picoli e Dênis; Roberto, Lauro (Kiko), Fávio e Mabília (Gil Baiano); Maurílio e Márcio (Alcir). Técnico: Walmir Louruz Em 2007, depois de 13 anos na Série A, foi rebaixado para a Série B e começou a despencar. Hoje disputa a Série C. Perdeu força no cenário nacional, mas segue forte no Estado. Esta será a sua terceira final de estadual desde 2007. Lembrando que o poderoso Grêmio participou de cinco decisões neste mesmo período. Este o rival do Inter, que entra em campo como favorito ao título, pois fará a segunda partida no estádio Beira-Rio. Favorito, não favoritaço. Para o Internacional, estará em jogo o hexacampeonato. Tal feito não ocorre desde 1974, quando da campanha do octacampeonato. O clube busca ainda o seu 45º título gaúcho da história. Mais: tenta a 20ª taça neste século. Um confronto para estádio lotado neste domingo e no próximo. O Inter eliminou o São José na semifinal e o Juventude despachou o Grêmio.