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O Internacional deve conhecer nesta semana o tamanho do seu déficit em 2014. Especula-se que seja um dos maiores da história. Em contrapartida, Piffero herda um clube que deve faturar R$ 80 milhões em 2015 apenas com o associado e que projeta arrecadar no total R$ 200 milhões sem contar a venda de jogadores. A estimativa é de que, com a venda de atletas, arrecadará R$ 300 milhões. Piffero já adiantou que 60% do valor arrecadado irá para o futebol. São R$ 180 milhões, ou R$ 15 milhões por mês. Dá para montar time e tocar a base. A gestão Luigi gastou mais, cerca de R$ 17,5 milhões por mês em 2014, mantendo uma das maiores folhas do país. Por outro lado, Piffero não terá que repassar um centavo do dinheiros dos sócios para a AG, ao contrário do Grêmio, que pagará (pelo contrato atual) R$ 18 milhões/ano para a OAS pela migração.