Dou aqui versão e informação oficial sobre fatos relevantes do Internacional.
Tudo checado, como manda o figurino.
Não aconteceu a reunião de aprovação de pedido de suplementação porque o Conselho Fiscal não teria autorizado.
O clube terminará o ano com um déficit de R$ 59 milhões. Motivos:
Não pode submeter para aprovar um orçamento que já teve a execução das despesas sem autorização do Conselho.
Por ferir a Lei do Profut e gerar alto risco de exclusão do Inter, inclusive o clube já teria sido notificado duas vezes.
O Conselho Fiscal deu um prazo para a gestão Medeiros readequar as finanças.
A informação oficial segundo o presidente Marcelo Medeiros.
O Conselho Fiscal não deu parecer, apenas pediu documentos e esclarecimentos.
Os documentos serão entregues hoje.
Medeiros tem a convicção de que o pedido de suplementação orçamentária se aprovado.
É de R$ 42 milhões.
Assim o clube deve terminará o ano com um déficit de R$ 15 milhões.
Justificando o déficit.
O orçamento previa um faturamento de R$ 50 milhões com a venda de jogadores.
A negociação do lateral William rendeu R$ 20 milhões. Faltaram R$ 30 milhões.
A diminuição de receitas em outras áreas num ano de Série B.
Explicando o déficit
Além dos R$ 30 milhões que não entraram com a venda de jogadores esta gestão não pegou luvas da televisão.
Em 2016 entraram R$ 60 milhões da TV na gestão Piffero.
Houve dificuldade de comercialização dos espaços no Beira-Rio, diminuição da receita do marketing e do quadro social, mesmo sem reajuste nas mensalidades.
Notificado pelo Apfut
A Autoridade Pública de Governança do Futebol (Apfut), órgão criado pelo Ministério do Esporte para fiscalizar os clubes de futebol que refinanciaram suas dívidas fiscais via Profut, advertiu o Inter que já promoveu as devidas adequações. Segundo Medeiros, o clube não corre nenhum risco de ficar de fora do programa.
