Aguirre, Vitão, Victor Gabriel e Bernabei já formaram um quarteto defensivo confiável no Inter.
Porém, Victor Gabriel não vem sendo o mesmo depois que retornou de uma lesão.
Na primeira função do meio-campo tem Fernando. Pouco importa se o companheiro for Bruno Henrique ou Thiago Maia.
Se Roger quiser um time mais ofensivo terá que abrir mão de jogar com três volantes, Fernando, Bruno Henrique e Thiago Maia.
Alan Patrick como armador é quase certeza de bom futebol.
No ataque, Bruno Tabata pela direita, Wesley pela esquerda e Lucca no miolo.
Alan Patrick; Tabata, Lucca e Wesley.
Temos, pelo menos no papel, que aceita tudo, um time ofensivo.
Contasse com Carbonero, poderia deslocar Tabata para o meio e jogar com três atacantes.
Durante muito tempo convivemos com treinadores que juravam ser impossível um time sobreviver sem um centroavante nato.
Pois o Grêmio ganhou o Brasileiro de 96 tendo um atacante, Paulo Nunes, como artilheiro, com 16 gols.
Mais do que casar um ou dos atacantes com um centroavante é preciso escalar os melhores e, neste jogo, os mais cascudos.
Os jogos
O jogo em questão é o desta quinta-feira diante do Nacional no Uruguai pela penúltima rodada da fase de grupos da Libertadores.
O Internacional está em terceiro.
Só os dois primeiros avançam para as oitavas de final. Os terceiros colocados vão para os playoffs das oitavas da Sul-Americana.
Em maio, o Inter já faz seu jogo do ano.
E é classificatório.
