Inter: feijão com arroz
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Inter: feijão com arroz

Não há tempo para invencionices, testes ou mudança de esquema

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O ano caminha para o final e, com ele, o Brasileiro.
Restam oito partidas. 
Não há tempo para invencionices, testes ou mudança de esquema. 
É fazer o feijão com arroz.
O Inter tem um time titular: Lomba; Heitor, Moledo, Cuesta e Uendel; Lindoso e Edenílson; D’Alessandro e Patrick; Guerrero e Nico López. Alguém dirá que aquela escalação de Zé Ricardo na vitória diante do Bahia, com os reservas Neilton, Wellington Silva e Parede, deu certo. Lembro de uma das Leis de Murphy: 
“Se a experiência funcionou na primeira tentativa, tem algo errado”.
Lomba, Edenílson e Nico López estão fora da partida diante do Ceará na quinta-feira. 
No gol entra Danilo Fernandes. 
No meio, Bruno Silva na segunda função para compor com Lindoso. Na frente, Sobis com Guerrero. 
Porém acho que Zé Ricardo irá de Parede. 
Tudo bem. 
Um atacante, Nico, por outro. 
Sem invencionice, testes, mudança de esquema, sem pardalices, o melhor Inter do momento, com os desfalques, com Dourado e Nonato no estaleiro médico, tem Lomba; Heitor, Moledo, Cuesta e Uendel; Lindoso e Bruno Silva; D’Alessandro e Patrick; Guerrero e Sobis.
É escalar e botar fé “que a fé não costuma faiá”. 
Os mais cascudos para segurar o rojão. Foram eles que levaram o time até as quartas da Libertadores e final da Copa do Brasil.