"Diante de contundência dos fatos, não posso acolher a exclusão do Internacional da Série B".
Condeno à pena de multa de R$ 720 mil, com base no artigo 15 do Código Disciplinar da Fifa.
Menos de 25% do total previsto.
O comportamento delituoso foi de extrema gravidade, poderia ter afetado a credibilidade do futebol brasileiro.
Senhor Vitório Píffero condeno a suspensão por 540 dias e multa de R$ 90 mil.
(Hiltor escreve: Piffero paga ou o Inter paga por Piffero?)
Como as manifestações na mídia foram excessivas, tirando o foco do rebaixamento do Inter, o condeno também a suspensão por 100 dias.
É como voto, senhor presidente".
Boson: "Eu identifico a mesma coisa. Acompanho o relator."
Feitosa: "Tirar um time de uma competição seria um absurdo. Acho que está bem posto, a conduta tem de ser repreendida, e acompanho integralmente o voto do relator"
Depois de muito intimidar, o STJD decidiu que a OAB do Brasil julgará os advogados.
O STJD alega que Piffero sabia da adulteração.
Ora, entre quem era a briga?
Entre Inter e CBF.
Pretendiam que Piffero não autorizasse os advogados do Inter a juntar os e-mails?
Queriam que Piffero afirmasse que tais documentos eram falsos, se é que eram?
Ora, o assunto era para advogados e dos advogados.
Então o diretor jurídico da CBF informou Piffero da "incongruência do documento"?
A CBF, como parte interessada, poderia ajudar o Inter tendo outros interessados no caso?
Fala de Piffero no STJD.
"O nosso advogado trabalha conosco há mais de 15 anos.
Temos uma causa abstrata, um direito abstrato, e a partir daí abracei o meu departamento jurídico.
Temos confiança no nosso jurídico. Eu não orientei o jurídico, eu concordei com eles.
Uma informação deles de que o direito era bom.
Essa foi a minha participação.
Eles que tomam as atitudes.
Essa foi a minha participação.
Passaram whastapp mais tarde, até para dizer que eram iguais.
Não dava para ver.
Sempre me baseei e continuo me baseando no nosso jurídico."
Pastl: "Temos um grande problema com a Justiça Desportiva.
Depois de meses, o Inter tem três dias para se defender.
Uma condução do inquérito completamente midiática e ofensiva.
Dez colegas foram listados com uma metralhadora giratória.
É inadmissível que um auditor processante, que vote, pegue, três, quatro volumes de um processo, coloque embaixo do braço, e leve ao Ministério Público, como se criminosos fôssemos.
Uma Operação Lava-Jato, qualquer coisa.
Não há crime.
Todos nós temos família.
O meu filho me pergunta:
"Qual o crime que vocês cometeram?".
O Inter já foi punido, execrado em praça pública.
Dizem que o Inter quer ganhar no tapetão. Eu quero ganhar pela aplicação do direito. E se isso representa tirar ponto de alguém, é a regra. Foi assim com Fluminense e Portuguesa. Esse é o nosso dia a dia".

