Em 11 de outubro de 2017, uma comissão formada pelo Conselho Deliberativo do Internacional encaminhou ao Ministério Público documentos relativos à gestão 2015/2016, que tinha Piffero como presidente.
Começou ali um trabalho de levantamento de investigação de promotores ligados ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
O MP não de manifesta sobre o assunto.
Porém extra-oficialmente este blogueiro soube que a investigação criminal apura responsabilidade de cerca de 40 pessoas.
Não apenas de dirigentes do clube.
E de que o trabalho prossegue sem chance de terminar em pizza.
A demora em apresentar o resultado do trabalho está na dificuldade em obter documentos que estão em posse de bancos.
Só agora os bancos começaram a enviar o material solicitado e mesmo assim pingadinho e aquilo que é menos relevante.
Extra-oficialmente se sabe que a investigação irá muito além dos quase R$ 10 milhões pagos por empreiteiras.
Duas auditorias mostraram que R$ 18,4 milhões teriam sido sacados da tesouraria ou movimentados em contas bancárias sem nenhum tipo de comprovação de despesa.
E que cerca de R$ 9,9 milhões foram pagos para empreiteiras por obras no Beira-Rio sem que os auditores não conseguiram identificar as obras.
É improvável, mas não impossível, que o MP também busque ressarcimento destes quase R$ 10 milhões.
