Hiltor Mombach

Inter: Leia nota de integrantes do Povo do Clube

“Nossa atuação sempre foi caracterizada por intenso debate interno, decisões tomadas coletiva e democraticamente em assembleias...”

“O Povo do Clube - o maior movimento do Sport Club Internacional, com mais de oitenta conselheiros - é, em sua essência, plural e democrático. Certamente, nosso movimento não chegou a esse número por acaso.

Nossa atuação sempre foi caracterizada por intenso debate interno, decisões tomadas coletiva e democraticamente em assembleias, orientadas por valores e princípios bem definidos, disposição para o diálogo e construção de consensos em colaboração com os demais agentes do Inter.

Os dissidentes, que têm usado sua coluna como um verdadeiro meio para a propagação de fake news, nunca foram afeitos ao bom debate, ao convívio harmônico com posições distintas e, principalmente, jamais souberam perder no voto.

Todas as decisões mais estratégicas de rumo do movimento foram tomadas em assembleias após profundos debates, e o caminho seguido sempre foi o escolhido por ampla maioria dos/das integrantes.
Quando falamos em ampla maioria, nos referimos a quatro ou cinco votos contrários em todas as decisões, não por acaso uma coincidência numérica com esse grupo. Inclusive a escolha da nossa indicação ao Conselho de Gestão, citada na coluna, foi feita após votação interna na maior assembleia realizada pelo movimento até hoje, tendo sido escolhido Ivandro Morbach, com 88 votos. Um dos dissidentes fez apenas 8, uma diferença de 80 votos. Desde então, magoado, nunca mais participou de nada que dissesse respeito ao movimento.

Inflexível e radical, o grupo em questão saiu do PdC levando as cadeiras de conselheiros, desrespeitando inclusive os associados do Inter, que votaram no projeto do Povo do Clube e não nas pessoas de tal grupo individualmente.

Esses dissidentes sempre tiveram pouca atuação interna. No clube, alguns deles, inclusive, mostraram-se displicentes quando participaram de comissões do Conselho Deliberativo, com muitas faltas e votos duvidosos, que não contemplavam as posições coletivas e nosso compromisso em defesa da torcida colorada.

Mesmo quando oposição, nosso movimento jamais atuou movido pelo ódio ou revanchismo e isso é sabido pela torcida colorada, que sempre confiou em nós e em nossa conduta, guiada pela ideologia de defesa de um Inter democrático, popular e, justamente por isso, não radical nem dividido.

As críticas e cobranças que fazemos são invariavelmente propositivas e em busca de soluções, jamais nos limitamos apenas a apontar o dedo, muito menos a perseguir e atacar quem quer que seja. Nunca nos negamos ao diálogo e muito menos deixamos de nos colocar à disposição para ajudar o Clube, especialmente nos momentos mais difíceis.

Passamos por um desafio gigantesco no atual contexto do futebol e só estaremos à altura de nossa responsabilidade enquanto conselheiros com seriedade, diálogo produtivo e esforço na construção de consensos, colocando o Inter acima de tudo e de todos, como sempre agiu O Povo do Clube.
Esperamos que esse grupo de dissidentes algum dia desperte para a realidade, supere suas frustrações e use os espaços disponíveis não mais para somente atacar, mas para propor soluções para o Sport Club Internacional.


Desde já agradecemos pela publicação desta.
Atenciosamente, Matheus Fagundes, Renata Barcellos e Vânia Damin