Hiltor Mombach

Inter lembra o Exorcista. Intuição: Argel começa a ficar prestigiado

O Exorcista é um filme estadunidense de 1973, do gênero terror, realizado por William Friedkin.
O melhor do seu gênero até hoje.
Não fizeram nada igual mesmo com a evolução da tecnologia.
Lembrei do Exorcista depois de ver Lajeadense 0 x 0 Inter.
Os colorados devem estar de cabelo em pé.
O time do Inter é um imenso nada indo para lugar nenhum.
Vejam quem Argel colocou em campo: Alisson; William, Paulão, Ernando e Artur; Dourado, Fabinho, Anderson e Sasha; Vitinho e Aylon.
Os titulares, portanto.
Fernando Bob não faria diferença.
No primeiro tempo este time não fez nadica de nada.
Aos 10min finais saiu Anderson, o mesmo de sempre.
Entrou Andrigo, o mesmo de sempre.
Aos 23min saiu Aylon e entrou Alisson Farias.
Aos 32min saiu Vitinho e entrou Marquinhos.
Deu em nada.
O Inter é um baita time?
Digamos, para formular uma tese, que não.
É razoável pelo menos?
Digamos, para formular uma tese, que sim.
Pois vem jogando abaixo do razoável.
Se Pellegrini não está vendo isto, padece de vesguice.
Se está vendo, está na obrigação de tomar providência.
O Lajeadense luta apenas para não cair.
Está numa crise braba.
Empatou e teve chance de vencer.
No upa-upa, na base da motivação, Argel obteve alguns bons resultados em 2015.
Em 2016 não funciona nem mais o upa-upa.
O Inter emperrou.
Não é de hoje.
Aos 39min Luis Henrique foi expulso.
Luis Henrique ao sair: "O grande é sempre favorecido".
Aos 47min Alisson Farias foi expulso por dar um tapa no rosto de Juninho.
Isto mostra o descontrole dos jogadores.
Um gigante como instituição, o Inter de hoje não é grande como time.
Minha intuição diz que Argel começa a ficar prestigiado.
Em tempos jurássicos, esta campanha no Gauchão só não teria derrubado o presidente.