Hiltor Mombach

Inter: marcados pela tragédia

Algumas gestões do Inter são marcadas por títulos, outras passam despercebidas e duas ficarão na história por baterem frente com tragédias.

Algumas gestões do Inter são marcadas por títulos, outras passam despercebidas e duas ficarão na história por baterem frente com tragédias.
Marcelo Medeiros pegou um clube na Segundona, quebrado, visitando mais as páginas policiais do que futebolísticas, tendo que remontar a instituição financeiramente e em campo.
Sua gestão devolveu ao clube credibilidade e voltou a fabricar ativos como Praxedes, Peglow, Zé Gabriel, Heitor...
O Inter entrou 2020 com déficit de R$ 3 milhões. Isto não é déficit.
Quando poderia decolar, veio a pandemia.
Com a pandemia o déficit saltou para cerca de R$ 100 milhões.
A venda de um ativo apenas, Yuri Alberto, pagou a conta.
Alessandro Barcellos está no segundo mandato.
Com ele, o Inter nada conquistou em campo.
Porém, montou time para ser protagonista nesta temporada.
Houve um investimento de R$ 80 milhões.
A enchente sepulta pelo menos por enquanto qualquer projeção do que será o Inter no restante de 2025.
O prejuízo técnico pode ser irreversível.