Hiltor Mombach

Inter: Maurício e Johnny são os maiores ativos

Resumo da ópera: R$ 100 milhões a curto prazo pode ser uma dúvida alta como também administrável.

Johnny e Maurício em treino no CT Parque Gigante
Johnny e Maurício em treino no CT Parque Gigante Foto : Ricardo Duarte / Inter / Divulgação / CP

O Inter está fechando o balancete do terceiro trimestre.
A dívida financeira a curto prazo, tomando como base o final de 2023, pode ficar perto dos R$ 100 milhões. 
Até julho o clube contabilizou um déficit de R$ 33 milhões. 
Hoje, receberia R$ 31,3 milhões pelo segundo lugar no Brasileiro.
A direção terá que vender pelo menos um jogador.
Seguindo o caminho de todas as demais gestões.
O volante Johnny e o meia Maurício abrem a lista de ativos valorizados.
Este blogueiro está checando se ainda há uma parcela da venda de Yuri Alberto por entrar.
Resumo da ópera: R$ 100 milhões a curto prazo pode ser uma dúvida alta como também administrável.
Depende muito da valorização dos jogadores para venda e das premiações.
Neste ano o clube sofreu dois tombos.
Caiu no primeiro jogo da Copa do Brasil.
E nas quartas da Sul-Americana.
No ano passado saiu nas oitavas da Libertadores.
E na terceira fase da Copa do Brasil.
Isto impactou decisivamente nas finanças.