Nem todo empate é igual, embora todo empate seja um empate, definido pela igualdade no placar.
Até os quero-queros de Viamão sabiam que encarar o atual campeão da Libertadores seria complicadíssimo.
Assim, até os quero-queros de Viamão se surpreenderam quando, aos 30min do primeiro tempo, o Inter já fazia 2 a 0.
Dois chutes, dois gols.
Os 47.012 torcedores que estabeleceram novo recorde de público no novo Beira-Rio exultavam, alguns incrédulos. Então este era o bicho-papão? Aos 40min o River mostrou as garras descontando de pênalti.
Aos 15min finais empatou num golaço de falta: 2 a 2.
Agora, sim.
Este era o bicho-papão.
O ânimo deu lugar para o desânimo nas arquibancadas.
Quatro chutes em gol, quatro gols.
Tivesse largado atrás com 2 a 0 e buscado o empate e o Inter viveria uma noite de superação.
Mas o contrário é duro, tem um sabor assim, de derrota.
O Inter termina o turno como líder do grupo, três pontos a mais do que o segundo, o Palestino, próximo adversário.
Mal o árbitro apitou o fim de jogo e começou um zum-zum nas arquibancadas.
A torcida ia reclamar do empate quando D'Alessandro pediu apoio e foi obedecido.
Não foi desempenho para vaia, longe disto.
A forma como se deu o resultado é que frustrou.
No mais, confronto de gigantes.
O Inter tem tudo para segurar o River na Argentina.
Inter: não foi desempenho para zum-zum
A forma como se deu o resultado é que frustrou
