Mano foi de Gabriel e Johnny nas volâncias e Edenílson no banco contra o Avaí na Ressecada.
Em tese, mais proteção aos zagueiros.
Na prática, a bola rondou muito tempo a área vermelha no primeiro tempo.
Rondou apenas.
Edenílson até entrou aos 26min finais.
Na vaga de Johnny, sinalizando que o time gaúcho pretendia ser mais ofensivo. Já estava melhor em campo. Pecava no detalhe, no último lance.
Lá pelos 30min o Avaí só se segurava.
Mas gol, nada.
Um golzinho e o Inter acordaria em quinto, empatado em pontos com o quarto colocado, o Corinthians, perdendo nos critérios.
O jogo teve 5min de acréscimo. Eram 50min30s quando Avaí cometeu uma pênalti, cobrada por Pedro Henrique.
Água mole em pedra dura tanto baté até que fura.
Robin Hood tupiniquim, o Inter que atropelou Flamengo, Galo e Fluminense, marcando nove gols neste pacote, mas vinha marcando passo diante de Avaí (empatou em casa no turno), Atlético-GO, Botafogo, Cuiabá, Juventude e outros, quebrou a regra.
Amanhece em quinto. Na próxima rodada pega o Juventude no Beira-Rio.
Segue assim a sua caminhada em busca de uma vaga na Libertadores de 2023.
Avaí: Vladimir; Kevin (Thales Oleques), Bressan, Rafael Vaz e Cortez; Eduardo (Jean Pyerre), Raniele e Bruno Silva (Galdezani); Muriqui (Lucas Silva), Bissoli e Paolo Guerrero (Pablo Dyego). Técnico: Eduardo Barroca.
Inter: Keiller; Bustos, Vitão, Mercado e Renê; Gabriel, De Pena (Liziero), Johnny (Edenilson), Wanderson (Pedro Henrique) e Mauricio (Alan Patrick); Alemão (Romero). Técnico: Mano Menezes
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