Hiltor Mombach

Inter, o estertor de um tempo de glória

No ano passado, foi Oscar.
Agora, Fred deverá render alguns milhões.
Antes, dezenas de jogadores colocaram nos cofres quase meio bilhão de Reais.
É o estertor de uma política inaugurada por Fernando Carvalho.
Depois de Fred, restará daquela safra para venda o atacante Leandro Damião.
Kleber, Índio e alguns outros estão veteranos demais para negociar e será complicado repassar D’Alessandro.
O Inter como o torcedor conhecia até 2010 não existe mais.
Estou ouvindo dirigentes e ex-dirigentes para saber quando e porque começou a ser desmontada a política de futebol vencedora implantada por Fernando Carvalho.
Uma política que errou, e muito, nas contratações, mas que deu  os títulos mais importantes da história e transformou o Beira-Rio numa fábrica de jogadores tipo exportação.
A política de repor bem antes de negociar um jogador também foi para a cucuia.
É o estertor de um tempo de glória.