Jogadores, dirigentes e técnicos costumam dizer que os tropeços servem de lição.
Era maio de 2011.
O Inter defendia o título da Libertadores e trouxe do Uruguai um empate em 1 a 1 diante do Peñarol pelas oitavas.
Antes dos dois minutos, Oscar fez 1 a 0 no Beira-Rio.
Festa para os 42.863 torcedores.
Tudo decidido?
Não.
Volta do vestiário.
Em cinco minutos estava 2 a 1 para o time de Diego Aguirre, numa virada relâmpago sobre os comandados de Falcão.
Sobis e D’Alessandro podem contar esta história. Estavam lá.
Inter: o leitor lembra?
Da festa colorada que terminou em tragédia em 2011
