Em carta enviada ao Correio do Povo em 15 de dezembro de 2020, no dia de sua eleição, Alessandro Barcellos detalhava suas propostas para o Inter.
Previa modernização, estar entre os top 3 no Brasil e ruptura.
Até os quero-queros de Paraíso entenderam o recado: a ordem era eliminar qualquer pretensão do Movimento Inter Grande (MIG) retomar o poder.
Com o MIG o clube viveu seu tempo de ouro obtendo com sete títulos internacionais.
Em cinco anos de poder a gestão Barcellos quase colocou o Inter na Segundona, viu o futebol feminino se esvair e o Sub-20 ser rebaixado no Brasileiro da categoria.
Graças ao atual presidente, o MIG poder ressurgir tal qual a ave mitológica e lendária, a Fênix.
Barcellos tem um ano para tirar o clube do atoleiro, recuperar algum crédito político e manter a Oposição viva.
CENÁRIO
Especula-se que, caso o cenário do Internacional não mude, a eleição de 2026 possa ter, de um lado, Roberto Mello, integrante do MIG, e do outro Leonardo Aquino, do Movimento Sangue Colorado.
Há nomes importantes que podem ganhar espaço, como o de Alexandre Chaves Barcellos.
SITUAÇÃO
Alexandre Chaves Barcellos seria o candidato da Situação em 2020, porém, desistiu por uma interpretação do estatuto.
Ele integrava o Conselho de Gestão na presidência de Marcelo Medeiros.
Em tempo: Alessandro Barcellos também fez parte da direção do Inter sob o comando de Medeiros.
