O Inter levou um susto, perdeu para o Novo Hamburgo no Beira-Rio, correu risco de decidir a vaga nas penalidades, mas passou para as semifinais.
Segunda derrota da temporada em casa.
Antes, havia levado 2 a 1 de virada para o Pelotas.
O Inter entrou com aquilo que tinha de melhor: Marcelo Lomba; Zeca, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Nonato, Sarrafiore e Nico López; Rafael Sobis.
Aos 31min do primeiro tempo Ednei cobrou escanteio e Neuton ganhou de Moledo pelo alto: 1 a 0. Apreensão no Beira-Rio.
Só Nico jogou no primeiro tempo.
Como uma andorinha não faz verão...
Veio a segunda etapa.
O Inter tirou o salto alto do primeiro tempo, achando que com os 2 a 0 de Novo Hamburgo havia decidido a parada, e atacou cedo.
Quase sempre com Nico.
Aos 19min entrou Wellington Silva na vaga de Nonato.
Aos 23min Guilherme Parede entrou na vaga de Sarrafiore.
O Inter estava assim em campo:
Marcelo Lomba; Zeca, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado e Edenílson; e Wellington Silva, Parede, Nico López e Rafael Sobis.
Dois volantes e cinco atacantes.
Quem não arrisca não pestica mas quem arrisca muito pode se quebrar.
O Inter se abriu.
Mais um gol do Noia e...penalidades.
Aos 35min Tréllez entrou no lugar de Sobis.
Esquema salada de frutas ou, se quiserem, upa-upa.
Aos 10.004 pagantes sofriam nas arquibancadas.
No final, deu Inter.
Com susto, mas deu.
Com titulares, mas deu.
Com derrota, mas deu.
Em tese, que em futebol tudo é tese, o Inter deveria torcer para pegar o Aimoré e não o Caxias na semifinal.
Não pela distância, que Caxias é logo ali, mas pela campanha das duas equipes.
O Caxias figurou em segundo lugar em cinco das 11 rodadas da fase de classificação.
Já o Aimoré garantiu vaga no G-8 na última rodada.
Inter perde, corre risco e passa com as calças na mão
Por pouco Noia não levou decisão das quartas para as penalidades
