O Inter entrou 2006 vivendo do passado, dos três títulos do Brasileiro na década de 70, quando montou um timaço que entrou para a história, e da Copa do Brasil de 1992.
Era um clube para consumo nacional.
Veio a era de ouro, quando o Inter verdadeiramente virou internacional: Copa Libertadores (2006 e 2010), Mundial de Clubes (2006), Copa Sul-Americana (2008), Recopa Sul-Americana (2007 e 2011) e Copa Suruga (2009).
A fonte secou em 2011.
A última taça, regional, veio em 2016.
Na gestão Medeiros até participou de uma final da Copa do Brasil (2019), perdendo para o Athletico.
Nos últimos três anos e sete meses só esteve numa final e mesmo assim de um Gauchão.
Perdeu para o Grêmio.
Foram 11 eliminações em torneios de mata-mata.
Nesta terça-feira precisa reverter o 1 a 0 sofrido na Argentina diante do Rosario para figurar nas oitavas de final da Sul-Americana e seguir sonhando com um título de peso.
Tamanho jejum não cabe num clube tão gigante.
O Inter precisa voltar a fazer história.
Precisa voltar aos tempos de glória.
Inter precisa voltar a fazer história. É hoje!
Nos últimos três anos e sete meses só esteve numa final e mesmo assim de um Gauchão.
