Romildo Bolzan assumiu o Grêmio em 2015 com um déficit de R$ 31,6 milhões.
Não ganhou título algum e encerrou o ano devendo R$ 37,5 milhões.
Em 2016 realizou acordo para a negociação dos direitos de transmissão do Brasileirão até 2024 e pegou uma bolada de R$ 100 milhões.
Terminou 2016 com superávit de R$ 35,3 milhões.
Com os R$ 100 milhões pagou dívidas. O clube passou a respirar financeiramente e, desafogado, tudo fluiu.
Em 2016 veio o título da Copa do Brasil, quebrando um tabu de 15 anos sem conquistas.
Em 2017 o time faturou o tri da Libertadores e, em 2018, a Recopa.
No futebol o passado nunca se confunde com o presente.
Com memória seletiva, o torcedor não recorda dos títulos (foram ainda quatro regionais).
Sim, também fazem parte da gestão Romildo.
O Inter recebeu 52% da venda de Yuri Alberto por R$ 125 milhões. São R$ 65 milhões.
Em junho e no final de dezembro entra o restante. Já no balancete do primeiro trimestre, que deve ser apresentado em abril, o superávit deverá ser considerável.
Se pagar dívidas terá fôlego para montar um time capaz de ser protagonista no país.
Se não neste ano, em 2023.
Inter protagonista?
Se pagar dívidas terá fôlego para montar um time capaz de ser protagonista no país
