Hiltor Mombach

Inter quer o VAR. Quem deveria pagar o VAR?

O Inter quer o VAR.
Mais do que isto, lidera um movimento para implantação do VAR na reta final do Brasileiro.
Só o Vasco não quer o VAR.
O Inter marcou para esta terça-feira um encontro com a direção da CBF.
Problema: quem paga o VAR?
CBF e federações deveriam pagar.
Ou então abrir mão de taxas.
A CBF quer repassar os custos para os clubes.
A entidade apresentou um superávit de R$ 50,7 milhões no exercício de 2017.
A CBF deveria servir os clubes e não se servir deles.
A pirâmide aqui está invertida com o consentimento das agremiações.
A FGF deu um lucro de quase R$ 4 milhões em 2017 e leva 5% da renda bruta dos jogos realizados por Grêmio e Inter em seus estádios pelo Brasileiro.
Os segundo Gre-Nal deixou quase R$ 70 mil.
O VAR custa cerca de R$ 50 mil por partida.
Alguns descontos que o Inter teve no jogo contra o Atlético-PR, domingo.
A renda foi de R$ 625.080,00

5% - FEDERAÇÃO LOCAL 31.254,00
5% - INSS [RENDA BRUTA 31.254,00
20% - INSS SOBRE A REMUNERAÇÃO ARBITRAGEM, AUXILIARES, DELEGADOS, FISCAIS 2.500,00
20% - INSS SOBRE O QUADRO MÓVEL [CLUBE 14.918,00
ANTI DOPING - SERVIÇOS DO EXAME [LABORATÓRIO 4.920,00
ARBITRAGEM, AUXILIARES, DELEGADOS, FISCAIS 12.500,00
CONTROLE DE ACESSO, EMISSÃO E VENDA DE INGRESSOS 11.859,03
QUADRO MÓVEL [CLUBE 102.050,00
QUADRO MÓVEL [TERCEIROS 1.650,00
TAXA DE ILUMINAÇÃO 21.667,05
TRANSPORTE E HOSPEDAGEM DA ARBITRAGEM 6.100,00
TOTAL DAS DESPESAS: 241.837,98