Hiltor Mombach

Inter, reformulação

Ouço eminentes ex-dirigentes colorados.
Para saber das necessidades para a próxima temporada. Com a premissa de que nenhum jogador importante será negociado e de que alguns dos que não aprovaram serão emprestados ou vendidos.

Goleiro: o time está servido. Tem ótimo titular e bons reservas.
Zagueiros: a zaga carece de dois jogadores.
Laterais: um para a direita e dois para a esquerda.
Volantes: dois para compor com Rodrigo Dourado e Nilton.
Armadores: o Inter só tem D’Alessandro.
Maio-atacantes: não precisa.
Atacantes: o time precisa de pelo menos um centroavante.
De todos os laterais disponíveis, só um termina 2015 afirmado: William. Léo não aprovou e, se sair, não fará falta.
Dos volantes, Wellington não deve ficar, assim como Nico Freitas.
E os garotos da base disponíveis não estão prontos.

Não há vida sem D’Alessandro como armador. Alex não é o mesmo e Anderson ainda não desembarcou em Porto Alegre.
Falta um centroavante para compor com Valdívia, Sashua, Vitinho, Alisson Farias...
Ainda mais que Lisandro López deve sair.


Os ex-dirigentes ouvidos dizem que o Inter deveria contratar um diretor-executivo para tocar o futebol. Preferem não avaliar o trabalho do atual vice, Pellegrini.
Afirmam que outros vices demoraram para engrenar na função.


Também não indicam nenhum nome para a função.
Desconheço até onde vai a autonomia de Pellegrini no setor.