Assim que terminou Vasco 5 a 1 Inter, sexta-feira, escrevi que era vexame de derrubar treinador.
Não entendi como Ramon Díaz ainda foi para a coletiva.
Não caiu na sexta, mas caiu hoje.
Nota do Inter.
“O Sport Club Internacional comunica o encerramento do vínculo contratual do técnico Ramon Díaz.
Deixam o Clube juntamente com ele o auxiliar Emiliano Díaz, os assistentes Osmar Ferreyra e Bruno Urribarri, o preparador físico Diego Pereira e o analista de desempenho Juan Romanazzi. O Clube agradece aos profissionais pelos serviços prestados e deseja sucesso na sequência de suas carreiras. O auxiliar técnico permanente Pablo Fernandez comandará a atividade deste sábado, no CT Parque Gigante.”
Publiquei na sexta-feira, antes do Inter ser goleado, como uma espécie de premonição, de que o Inter havia demitido Roth, em 2016, faltando duas rodadas.
Foi contratado Lisca.
Faltam duas rodadas.
A publicação de sexta-feira.
O Inter teve quatro treinadores em 2016, o ano do rebaixamento.
Argel, Falcão, Celso Roth e Lisca.
Argel permaneceu por quase 11 meses no cargo.
Neste período, foram 61 partidas, com 33 vitórias, acumulando 61,74% de aproveitamento e conquistas da Recopa Gaúcha e do Gauchão.
Falcão foi demitido com dois empates e três derrotas, o que dá um aproveitamento de 13,33% em apenas 27 dias de trabalho.
Celso Roth saiu em 17 de novembro, após 100 dias, ou 22 partidas, com seis empates e 10 derrotas.
Lisca comandou as últimas três partidas.
