O Inter se encaixa perfeitamente numa das mais famosas Leis de Murphy:
“Se alguma coisa pode dar errado, dará.
E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
A equipe tinha tudo para subir algumas posições na tabela ontem.
Concorrentes diretos haviam tropeçado e o adversário era o Vitória no Beira-Rio.
Um mísero empate contra um rival para lá de modesto bastava para tirar o Inter da zona de rebaixamento.
Surgia como absolutamente impossível perder para adversário tão carente de qualidade. Em outros tempos, era jogo jogado.
Mas mesmo agora este Inter não poderia ser tão estéril a ponto de cair.
Pois caiu. Pois perdeu. Pois amanhece na zona da degola.
Não jogou quase nada no primeiro tempo, levou um gol quando se aprumava para disputar o segundo e depois ocupou o campo do Vitória com uma improdutividade irritante.
Nem o torcedor mais otimista vê salvação.
Os fatos negativos se entrelaçam há três meses como indicativos do que virá.
É melhor começar a aceitar.
Vai doer menos no final.
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