Num jogo maluco o Inter bateu a Chapecoense por 2 a 1 na Arena Condá, onde jamais havia vencido.
Havia perdido cinco.
Voltou a marcar com bola rolando após nove partidas.
Fazendo a sua estreia no retorno ao Inter, Diego Aguirre teve que improvisar Heitor na lateral-esquerda e o zagueiro Zé Gabriel na direita.
O miolo ficou com Lucas Ribeiro e Cuesta.
O time fez ótimo primeiro tempo.
Marcou aos 5min em boa trama ofensiva com Caio Vidal.
Aos 34min Yuri Alberto ampliou.
O segundo tempo foi maluco.
A Chape (teve um jogador expulso aos 50min finais) descontou e colocou lenha na fogueira.
A partida ficou aberta.
O Inter perdia muitos gols e dava a impressão de que poderia golear. Mas ao mesmo tempo a Chapecoense levava muito perigo nas jogadas pelo alto.
O time gaúcho teve outra cara.
Abriu mão do toque-toque defensivo infrutífero e perigoso. Se preciso, era bola para o mato que o jogo valia por campeonato. E voltou a ter os contra-ataques.
Um dado do Sofascore impressiona: o Inter finalizou 25 vezes (contra 11).
Isto mostra o volume ofensivo de um time que, ultimamente, era um deserto improdutivo.
Chapecoense: João, Matheus Ribeiro, Felipe Santana, Ignácio e Derlan (Foguinho); Ronei (Bruno Silva), Guedes (Felipe Baixola) e Lima; Fernandinho (Mike), Ravanelli e Anselmo Ramón (Perotti). Técnico: Jair Ventura.
Internacional: Daniel; Lucas Ribeiro, Zé Gabriel (Léo Borges), Víctor Cuesta e Heitor; Rodrigo Dourado (Johnny), Edenilson, Patrick e Mauricio (Rodrigo Lindoso); Caio Vidal (Vinícius Melo) e Yuri Alberto. Técnico: Diego Aguirre
