Hiltor Mombach

Inter, volantes e a pedra cantada aqui

Em 5 de abril, portanto há 45 dias, escrevi o seguinte.
“O vice de futebol do Inter, Pellegrini, se encontra na Europa para fechar com três reforços para o Brasileiro. Dois estariam acertados: o atacante Nicolás López e o meio-campista Juan Quintero. Virão ainda um ou dois goleiros e mais um meia.
Caso venham os reforços é possível projetar um Inter do meio para frente com Fernando Bob, Rodrigo Dourado, Fabinho e Juan Quintero; Nicolás López e Vitinho (ou Sasha ou Valdívia).
Não está descartada uma escalação com Fabinho como terceiro homem ainda no Gauchão se o Inter for à final: Fernando Bob, Rodrigo Dourado, Fabinho e Sasha; Vitinho e mais um atacante.
Fabinho é polivalente. Entrou bem na vaga de Rodrigo Dourado, machucado. Tão bem que Argel pensa em mantê-lo. Dá consistência defensiva e não tira a mobilidade ofensiva.”
Os reforços não vieram, mas não é disto que estou tratando.
Fabinho poderá ser o terceiro homem contra o São Paulo. Com Dourado se recuperando de lesão, jogará à frente de Anselmo e Fernando Bob. Andrigo será o armador. Na frente, Vitinho e Sasha.
Os jogadores são outros, mas a disposição tática é a mesma cantada aqui mesmo. Há mais de um mês.