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Ontem fiz um inventário dos 16 meses de gestão de Fávio Koff. Incompleto. Assim, retorno ao assunto. Antes dizendo que o nestes 16 meses o Grêmio é o time que mais melhora no mundo. Da boca para fora. Nem o Real Madrid melhora tanto. A diferença é que a melhora da equipe espanhola se vê em campo. A do Grêmio não se vê em lugar algum. O inventário conta de oito ítens. Por este inventário resta ao torcedor gremista partilhar a tragédia, a indignação. 1) Taça Piratini/13: desclassificado nas quartas pelo Inter. 2) Taça Farroupilha/13: desclassificado na semi pelo Juventude. 3) Libertadores/13: desclassificado nas oitavas pelo Santa Fé. 4) Copa do Brasil/13: desclassificado na semi pelo Atlético-PR. 5) Campeonato Brasileiro/13: segundo colocado. 6) Gauchão/14: duas derrotas para o Inter na final. Uma goleada. 7) Libertadores/14: eliminado nas oitavas pelo San Lorenzo. 8) Gre-Nais: sete jogos, quatro derrotas, três empates, nenhuma vitória. Oito gols marcados, 14 sofridos. Uma goleada de 4 a 1. A gestão Koff especializou-se em futurologia. Mas numa futurologia contemporânea, pós-moderna. A futurologia é a especulação sobre o futuro com base nos conhecimentos do presente. Pelos indicativos do presente, o futuro do Grêmio será tenebroso. Mas ouvindo os assessores de Koff, o passado e o presente indicam que o Grêmio está melhorando. Há 16 longos meses vem melhorando. Repito: nem o Real Madrid melhorou tanto da boca para fora neste tempo.Perguntei a eminente gremista, alguém do convívio de Koff, porque o presidente não colava o cascudo Preis nos noviços Rui Costa e Chitolina: “Não sei, é caso para psiquiatra.”