Quando surgiu o primeiro clube de futebol em Santo Ângelo? Onde foi o primeiro campo de futebol? E quando foi a primeira partida? Quem foram os grandes jogadores? Os clubes campeões? Respostas para estas perguntas você encontra no livro “As Glórias do Futebol Santo-Angelense”, de autoria do jornalista Rodrigo Bergsleithner, editor do Jornal e Revista O Mensageiro, e do desportista Eloir Leite Taborda, o “Lolô”, que foi jogador, dirigente da Liga Santo-Angelense de Futebol (LSF), técnico, cartola, presidente e viveu toda esta história de perto dos clubes que o município de Santo Ângelo já teve no século passado.
Dono de um invejável acervo com jornais, revistas, fotografias, flâmulas, camisetas, borderôs, documentos oficiais e centenas de registros históricos, algo que não é encontrado nem no arquivo histórico municipal, Eloir Taborda teve a ideia de convidar o jornalista Rodrigo Bergsleithner, para ser o autor deste livro, que, certamente, entrará para a história de Santo Ângelo.
Segundo o jornalista Rodrigo Bergsleithner, autor da obra, “foi gratificante realizar este trabalho que iniciou em 2003, com pesquisas e entrevistas. Ao todo foram mais de 2.000 jornais pesquisados, em torno de 1.200 fotografias captadas e 350 entrevistas. Há muito tempo esta obra é esperada. A mesma chegou a ser dita que jamais seria publicada. Agora o filho está prestes a nascer”.
O livro “As Glórias do Futebol Santo-angelense” será lançado, pela editora FURI, durante a Feira do Livro de Santo Ângelo, no dia 8 de outubro, às 18h, na Praça Pinheiro Machado. A impressão é da Gráfica e Editora Adhara. A arte da capa é de Andressa Hanusch Bergsleithner. A revisão é do conceituado professor Artur Hamerski.
Anos de labuta
De acordo com o jornalista Rodrigo Bergsleithner - o qual lança o seu segundo livro, o primeiro foi o de poesias “A Cura” (2006) - existem muitas histórias e fatos relevantes em nível estadual e nacional neste livro, que aconteceram em Santo Ângelo, e muitas pessoas desconhecem isso. “Não foi fácil resumir quase 100 anos de história em algumas páginas em branco. O trabalho foi difícil, mas fizemos sem pressa, sem promessas e sem nenhum cunho político. A obra é histórica e é um presente à comunidade, a qual dedico aos amores de minha vida: minha esposa Andressa e meu filho Matheus”, resume.
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