Hiltor Mombach

JOSIAS, TRÉPLICA

JOSIAS, TRÉPLICA


Autorizo a publicação

O Sr. Vitor de Franceschi fez leitura dinâmica do meu texto e ao responder, não só esticou frases de gosto duvidoso como beirou à ofensa pessoal, e neste bate boca eu não entro. Esta proposta depõe contra a manifestação que perde em credibilidade, peca pelo fanatismo e se joga em fazer manchete: não faz história. As ofensas não merecem nenhuma devolução, mas uma que outra distorção, reparo:

1. A coluna do Hiltor há poucos dias referiu a carta de um Santista que percorreu o Brasil aonde se declara admirado pelo jogo do Grêmio daqui e se refere de maneira reverenciosa à imortalidade. Dizer que este adjetivo, nascido das mãos mágicas do nosso poeta maior teria virado chacota no centro do país é desconhecer o eixo deste centro. É inventar resposta para uma questão já consagrada até no Museu do Esporte na Pacaembu. Deixa prá lá. Aqui nem vale a pena ir mais além dada a fragilidade da assertiva.

2. Eu não disse que a Libertadores não tem importância, disse que perdeu o glamour. São coisas bem diferentes.

3. Quanto à Sulamericana disse que não tinha nenhuma importância antes porque não levava à nada. Hoje leva à libertadores e o prêmio é o mesmo do Brasileiro só que mais fácil, passou a ter importância - mas, também, sem glamour. E ainda frisei textualmente que não deveria conceder este prêmio, entendo que vulgariza a Libertadores a abertura indiscriminada de vagas e até cheguei a destacar que qualquer dias destes o campeonato gaúcho também vai acabar ofertando esta possibilidade.

Ah, os ataques pessoais, ...estes apenas diminuem seu autor. Imagino o que não tem que ler e ouvir aqueles que, como o Hiltor, por obrigação profissional têm de, todos os dias, manter uma coluna de opinião. Isto é ainda um ranço herdado dos anos de chumbo, quando ter opinião era vedado e se expressar era crime. É uma enfermidade. Tratada, cura !
4. Eu não disse que o time do Santos era ruim. Disse que NÃO ERA O MELHOR TIME DO BRASIL, só isto

Carlos Josias