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Dirigentes teriam sido gentilmente convencidos a não dar informações a este colunista sobre a crise financeira que está acabando com o futebol do Interior. Recomendo que estes dirigentes continuem escancarando os problemas e que, para tanto, usem os jornais e rádios de suas cidades. Não há o que temer. Recomendo ainda que se unam e exijam mudanças. Os clubes seguirão existindo sem a FGF. Já a FGF depende dos clubes. Os donos da bola são as agremiações. Exijam o fim da cobrança da taxa de 10% sobre as cotas de televisão; a redução de 10% para 5% a taxa de administração (a Federação Paulista cobra 5%); cobrança da taxa de administração sobre a renda líquida e não bruta; bolas sem custo, afinal o clubes estão expondo a marca do fabricante: diminuição das taxas cobradas no borderô sobre os sócios. A FGF exigiria em contrapartida investimentos de melhoria nos estádios. E fiscalizaria. Juntos por um Gauchão melhor.