Não entendo de marketing nem de assessoria. Sou um catador de notícia metendo meu bedelho em assunto que desconheço: a apresentação de Kléber. Pelaipe esbagaçou-se para contratar o atacante e, feito Papai Noel azul, deu um presentão num final de ano que se antecipava dos mais funestos. Presente caro, R$ 35 milhões por um contrato de cinco anos, mas era preciso salvar os dedos, que os anéis haviam evaporado.
Kléber, assim como os gladiadores, deveria ser jogado à multidão. Quem sabe desfilar no Olímpico, ainda a casa do Grêmio. Decidiu-se por apresentar a única boa notícia do ano no longínquo Humaitá para 250 VIPs, cem da sempre privilegiada Geral.
