Hiltor Mombach

Koff como ninguém viu

Dia 1º. Morre Hélio Dourado e envio um WhatsApp para Fabinho Koff vendo da possibilidade de Fábio Koff escrever uma coluna sobre Hélio.
Não quis telefonar diretamente para Fábio Koff por motivos óbvios.
Além do sentimento de ter perdido um amigo de décadas, havia a questão da saúde do presidente.
Fabinho dá o retorno.
O pai aceitaria me receber para falar sobre Hélio Dourado.
Marcamos para terça-feira.
Às 20h lá estava este colunista acompanhado pelo editor Carlos Corrêa e pelo fotógrafo Ricardo Giusti.
A conversa se estendeu por quatro horas.
O bate-papo descontraído teve pitacos importantes de Fabinho e a agradável participação na mesa de dona Ivone. A saúde de Fábio Koff surpreendeu, pois não vai muito andou hospitalizado por um longo tempo. Está bem o eterno presidente.
Como se deu a compra de Luan? Como Geromel foi contratado?
Como aconteceu a saída de Felipão em 2015?
Koff falou ainda da relação com o empresário Sonda, da compra de Ramiro e da montagem do Grêmio de 1995.
Surpreendeu ao contar sobre o dia em que Renato quase foi para o Operário de Mato Grosso.
Falou sobre a opção por Romildo Bolzan para presidente e da sua relação com Eurico Miranda, Paulo Odone e Hélio Dourado.
Reafirmou que o melhor para o clube teria sido ficar no estádio Olímpico, reformando o estádio. Revelou qual o seu melhor Grêmio de todos os tempos.
Ele que montou o time das décadas de 80 e 90. Este Grêmio de hoje começou com ele e com seu amigo Felipão.
E qual o melhor time que viu jogar no Rio Grande do Sul.
Uma das revelações mais surpreendentes de Koff foi de que por pouco, muito pouco, o Grêmio não jogou a final do Mundial no Japão.
Obviamente ele revela os motivos.
A entrevista de quatro páginas estará no +Domingo, neste final de semana no Correio do Povo.
E no meu blogue.
FOTO DE RICARDO GIUTI