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Koff pediu perdão ao torcedor. Falou que penalidades dependem de sorte. Disse que o Papa tem mais força do que ele. Repetiu que o Gauchão é cafezinho. Sobre a permanência de Enderson: "É uma permanente análise que nós fizemos com a Comissão Técnica. Ele é correto, trabalhador. Tem o grupo na mão. Mas amanhã é outro dia...Vamos ver a partir de amanhã..." Não podemos analisar o trabalho dele publicamente por uma decisão por penalidades. Erramos em dar importância ao Gauchão.