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O presidente Fábio Koff vive o drama do cobertor curto. Quer enxugar ainda mais a folha salarial dos jogadores, quem sabe chegar nos R$ 5 milhões/mês, mas corre o risco de montar um time que não entusiasme o torcedor, tirando gente da Arena. O novo acordo com a OAS, que está valendo mas ainda não foi oficializado, deu fôlego financeiro ao clube para os próximos quatro meses. Koff quer assinar o quanto antes com a OAS para passar a tratar só do futebol.