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No futebol, quase tudo é tese. Ouvi uma tese que cabe toda no atual momento do Grêmio. Se é verdadeira, não sei. Mas que tem fundamento, tem. Vamos lá. Quando aceitou ser presidente do Grêmio, Koff tinha um plano A para treinador: Felipão. Mandou recados para Felipão e nada. Até que Felipão abriu o jogo: não treinaria o Grêmio. Mas não deu o motivo, nem precisava: estava alinhavado com a CBF. Sem plano B, Koff renovou com Luxemburgo contra a vontade, mas atendendo o desejo do torcedor. Poderia ter demitido Luxemburgo e contratado Mano recentemente. Se ele gostasse de Mano. Agora, sem Luxemburgo, pode ir de Renato. De alguém que conhece Koff: "Koff gosta de Renato como pessoa, mas não como treinador. Indicou Renato para Duda Kroeff como solução emergencial. Agora, ele precisa de um técnico por um ano e meio, e não para uma emergência". Renato não é plano B, porque plano B jamais existiu. Koff só tinha um plano, o A, Felipão.