Hiltor Mombach

Koff Foot-Ball Porto Alegrense

Vai algum tempo escrevi uma coluna com o título de “Luxemburgo Foot-Ball Porto Alegrense”.
Dava conta da subversão na hierarquia desta instituição centenária.
Na semana passada alguém me assoprou que Koff havia assumido definitivamente o futebol após a queda do time da Libertadores.
A vitória de 2 a 0 sobre o Náutico na estreia no Brasileiro teve uma declaração irônica e emblemática de Kleber, que entrou quase ao final. Cristiano Silva, da Rádio Guaíba, perguntou se ele teria novas chances com Vargas na Seleção chilena:
“Vamos ver, né! Será?”
A declaração parece escancarar que Kleber não conta com a simpatia de Luxemburgo.
Mas Koff quer que Kleber, que estava sendo negociado, fique.
O jogador conta agora o apoio presidencial.
No sábado, ao escrever sobre as chances do Grêmio no Brasileiro, registrei: “Aliás, a lógica gremista não tem lógica: empilhou atacantes para uma disputa curtíssima e de mata-mata e passa a vassoura quando está por começar um campeonato longo...
Koff, ontem: “São 38 jogos pelo Brasileiro e temos a Copa do Brasil. Queremos que o Kleber fique. Até porque nós cedemos o Marcelo Moreno para o Flamengo e o Willian José para o Santos.
No ataque temos o Kleber, o Vargas, o Barcos, o Yuri, o Lucas e o Welliton.
É um elenco reduzido para o tamanho da campanha”.
Agora é Koff Foot-Ball Porto Alegrense.
Se é para ir, agora vai!