Hiltor Mombach

Libra (Grêmio) x LFF (Inter), a guerra

"Nesse âmbito, o Mubadala, que tem cerca de US$ 270 bilhões de ativos sob gestão, é mais conhecido no Brasil e no mundo"

O site NeoFeed (neofeed.com.br), especialista em economia, traz reportagem que recomendo. Leva o título “no futebol, o novo (e bilionário) duelo entre BTG e XP”. No apoio:
“Em campos opostos, BTG e XP estão assessorando Mubadala Capital (Libra) e Serengeti (LFF) para a criação de uma liga que deve ditar as regras do futebol brasileiro a partir de 2025. Retiro trecho.
“Não são poucos os pontos que alimentam as disputas nos bastidores e as narrativas sobre esse imbróglio. 
A começar pelos investidores por trás dessas operações. 
Nesse âmbito, o Mubadala, que tem cerca de US$ 270 bilhões de ativos sob gestão, é mais conhecido no Brasil e no mundo.
Seu portfólio local inclui ativos como o Porto Sudeste, a Prumo Logística e a refinaria de Mataripe (BA), pela qual o grupo pagou US$ 1,8 bilhão à Petrobras, em 2021. Já no mundo dos esportes, entre outros projetos, um dos investimentos envolve a SX Global, grupo australiano que promove o FIM Supercross World Championship, de motociclismo.
Há poucas informações, por sua vez, a respeito da Serengeti, o que desperta a desconfiança de parte do mercado. Mesmo em uma pesquisa na internet, são poucos os dados disponíveis a respeito da operação, fundada em 2007, por Joseph LaNasa.
“É um fundo abutre, de compra de dívida e reestruturação, o que é muito diferente de organizar uma liga”, diz uma fonte ouvida pelo NeoFeed.
“É um investidor obscuro, que tem um volume de ativos menor do que essa oportunidade. É um cheque sem fundo essa proposta deles.
Ela é fictícia.”
Em contrapartida, também existem questionamentos sobre como a Libra está sendo estruturada.
Especialmente no que diz respeito ao envolvimento de alguns personagens nessa composição.”
O Grêmio está com a Libra. 
Na segunda-feira os conselheiros do Inter estarão analisando a proposta da Libra. A atual gestão precisa do dinheiro do adiantamento de R$ 44 milhões para tocar o barco. 
Novamente recomento a leitura da reportagem.