Hiltor Mombach

Luxa Foot-Ball Porto Alegrense

O Grêmio foi transformado em Luxemburgo Foot-Ball Porto Alegrense.
Deu errado no Gauchão, Copa do Brasil, Sul-Americana e certo no Brasileiro no ano passado.
Antes, em 2010,  fora Renato Portaluppi Foot-Ball Porto-Alegrense.
Com uma diferença que faz toda a diferença.
Sobre isto falo depois.
A última ação de Luxemburgo Foot-Ball Porto Alegrense em 2012 foi mandar desembarcar o veterano goleiro Dida, que havia largado o futebol para retornar na Portuguesa, tendo no Olímpico Marcelo Grohe, apontado entre os cinco melhores do Brasileiro.
Com Portaluppi o time teve assombrosa recuperação no Brasileiro/2010, garantindo vaga na Libertadores; Luxemburgo também levou o time à Libertadores com boa campanha no nacional. Ou seja, algumas vezes até dá certo entregar o clube ao treinador.
A diferença que faz toda a diferença é esta: qual a necessidade de pagar um gerente de futebol, no caso Rui Costa, se o treinador é quem conhece o mercado, contrata e manda embora?
Luxemburgo dispensa gerente remunerado.
O mesmo Rui Costa e Alberto Guerra atuaram como diretores na época de Portaluppi, mas sem remuneração.
O que se diz é que por não atrapalharem saíram-se muito bem.
Não há cartilha que liste as obrigações de um gerente de futebol remunerado num clube profissional de futebol, mas suponho que deva fazer mais do que viajar e disparar telefonemas.