Conversei com Carlos Simon para entender esta nova regra, esdrúxula, onde mão pode não ser mão.
A bola que bate sem querer na mão do atacante é falta e, em caso de gol, este é invalidado (caso de Rodholfo, domingo).
Mas bola que bate na mão do zagueiro pode não ser pênalti, dependendo da interpretação do árbitro.
Eram 42min do segundo tempo quando Montoya cobrou falta contra o Avaí. O goleiro Vladimir rebateu e a bola bateu no braço de André Moritz.
O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães nem VAR pediu. Interpretação, certo?
Pois interpretação vesga, destoante com aquilo que estamos assistindo.
O Grêmio teve sonegado um pênalti.
Mão pode não ser mão. Grêmio teve sonegado um pênalti
Conversei com Carlos Simon para entender esta nova regra, esdrúxula, onde mão pode não ser mão
