MARACUTAIA À AUSTRALIANA
Dias atrás postei notícia do jornal australiano Age. Fui alertado sobre a matéria pelo amigo Alexandre Aguiar. Dava conta de que a Austrália está sendo acusada de tentar subornar a Fifa para sediar a Copa do Mundo de 2022. Ou seja, maracutaia não é privilégio deste ou daquele país. A FFA (Federação de Futebol Australiana), segundo o jornal, teria comprado colares de pérolas para mulheres dos 24 integrantes da cúpula da entidade organizadora da Copa. Foram dados em 2008, em reunião dos australianos com cartolas da Fifa, antes do início oficial do processo de candidatura. A Federação confirmou ter dado os presentes aos dirigentes e disse que a prática é comum entre governos, organização e negócios esportivos.
Foi-se o tempo em que, para comprar alguém, era preciso depositar vários milhões de dólares na conta. Hoje, um colar basta. É a compra laranja. Compra-se o cara através da mulher. Sobre isto, maracutaias, tem uma matéria sensacional na Carta Capital. Título: "A ficha deles não é limpa". Segue "Desde a presidência de João Havelange, a Fifa faz negócios suspeitos enquanto alega ’fair-play’."
