Mazembe entre o Brasil, Paquistão e Alemanha
Li no site do Todo Poderoso Mazembe que o clube congolês fará uma viagem ao Brasil, onde irá se prepar para as fases finais da Liga dos Campeões da África.
O Inter serviu de cartão de visita.
Fui buscar mais informações nos jornais do Congo.
Só encontrei em Kikongo, língua pouco usada por lá.
Fiz um curso relâmpago.
Alô Falcão: vaiar é bokela.
Moïse Katumbi teria recebido um convite, com tudo pago, de um dirigente de um clube do Sul do Brasil.
A tradução mais aproximada deu no nome de um senhor chamado Paul U’Dono.
Na edição desta quinta-feira o mesmo jornal diz que Katumbi teria recebido uma outra proposta, esta não mais para visitar o Brasil, mas para uma estada num país muito distante de terras brasileiras e onde quase não há notícias sobre o futebol, o Paquistão.
Quem assina a carta-convite não é o presidente paquistanês Asif Ali Zardari, mas três pessoas: Giovan D’Luig, Vitoare de Pifro e Ferdinand D’Arvalho.
Katumbi estaria indeciso e teria consultado seus assessores.
Estes teriam dito para ele não vir ao Brasil nem ir ao Paquistão, mas viajar para a Alemanha.
Em julho.
Justificativa: o Internacional estará lá neste mês disputando a Copa Audi.
O Mazembe, e não o Inter, como era de se esperar, quer revanche.
