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O Brasil teve mais consistência no meio-campo no primeiro tempo contra o México, quando atuou com Luiz Gustavo, Paulinho e Ramires. Não havia tantos buracos como na partida contra os croatas. Mas Felipão sacou Ramires para a entrada de Bernard. Trocou um volante por um atacante. Deu errada a troca. O México mandou durante 20min. Luís Gustavo tem sido um leão, feito o seu trabalho e o de Paulinho. Está visivelmente sobrecarregado. Felipão tem que acertar o setor. E a partida para isto é contra Camarões. Se o Brasil corre risco? Com este futebol que vem praticando, sim. O time comandado por Felipão chegará à última rodada desta fase de grupos sem ainda ter conquistado sua vaga para fase de mata-mata. Isto não ocorria desde o Mundial de 1978, disputado na Argentina. Menos mal que o último adversário, Camarões, é, em tese, o mais fraco da chave.