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O contrato celebrado em 23 de novembro de 2011 entre a KFK Consultoria e Marketing Esportivo LTDA (sublicenciante) com o Grêmio (sublicenciado) e Kléber (anuente) para uso do nome, voz e imagem do atacante sugere que Messi estava desembarcando na Arena.Kleber não apenas seria a salvação para o ataque do time, como alavancaria todos os negócios do novo estádio. Sua imagem seria usada para captação de sócios e venda de produtos. Não bastou pagar quase R$ 600 mil/mês por cinco temporadas entre carteira e imagem. Precisou dar mais: participação de 30% dos negócios realizados para a KFK. Não bastaram as garantias contratuais normais em casos assim. Em 23/11/2011, o então presidente Paulo Odone assinou um contrato especial de trabalho reafirmando que. em caso de atraso no direito de imagem, o contrato estaria rescindido. Assinaram ainda Paulo Pelaipe, executivo de futebol, o CEO do Grêmio e o Jurídico. Kleber veio do Palmeiras, onde havia disputado 119 jogos e marcado 46 gols. Veio com um cartaz desproporcional à realidade. O jogador nada tem a ver com os valores e termos contratuais, tudo muito bem amarrado. O Grêmio é que não poderia ter feito um negócio desta magnitude por cinco anos. a gestão Romildo terá que pagar a conta. Do contrato publicado abaixo foi retirada a folha referente aos salários.