Achava que três times poderiam encarar o Grêmio numa final de Gauchão sem levar uma sacola de gols: Inter, Caxias e Brasil. Estava redondamente enganado.
São tantos oceanos a separar o Grêmio dos demais no terreno doméstico que a equipe comandada por Renato precisou de 90 minutos, de dois segundos tempos, para fazer sete gols no Brasil.
O Grêmio voltou a ser patrão do Rio Grande em altíssimo estilo.
Nem os quero-queros do Beira-Rio se atrevem a contestar o título.
Nem os quero-queros do Beira-Rio se atrevem a contestar o título.
A maioria das finais do Gauchão são eletrizantes.
Esta não deu graça.
O jogo de ontem estava jogado há uma semana, quando o Grêmio aplicou 4 a 0 no representante pelotense.
Esta não deu graça.
O jogo de ontem estava jogado há uma semana, quando o Grêmio aplicou 4 a 0 no representante pelotense.
Cometendo uma verdade exagerada diria que se Renato escalar Maicon e Arthur no miolo da zaga e Geromel e Kannemann no meio o time segue engrenado. Este Grêmio me faz lembrar de um outro Grêmio, aquele da década de 90, em que tudo dava certo.
Minha intuição diz que ontem o Grêmio tentou jogar para o gasto, para quem saber arrumar um empate ou uma vitória magra para não humilhar o rival em seus domínios, evitando um possível conflito. Porém mesmo jogando para o gasto fez 3 a 0.
O Grêmio não consegue ser menos do que o Grêmio.
Que fase!
O Grêmio não consegue ser menos do que o Grêmio.
Que fase!
