Hiltor Mombach

Monumental BAILE do Grêmio

O Grêmio desmontou o Barcelona em Guayaquil.
Demontou bem desmontadinho.
Matou o matador de brasileiros.
Provou que camiseta, história, fazem diferença.
Nem os gremistas mais otimistas esperavam um 3 a 0.
O time dos Caicedo já vai tarde.
O Grêmio foi letal contra um rival de toque-toque, tico-tico.
Eram apenas 7min quando Cortez desfilou pela esquerda, passou por Velasco e a bola sobrou para Luan, que livre, leve e solto mandou ver.
A bola ainda tocou na zaga: 1 a 0.
Aos 20min Edílson marcou de falta. O goleiro Banguera está fazendo golpe de vista até agora.
Ou isto ou armou mal a barreira. O Grêmio, que não tem nada com isto, ampliou.
O Barcelona voltou para o segundo tempo desnorteado.
Quase descontou.
Descobriu que Grohe não é Banguera.
O goleiro do Grêmio fez uma defesa de cinema, para ver, rever e ver de novo.
Aos 6min Luan deu um para-te-quieto no assanhando Barça das Américas: recebeu de Edílson e guardou.
O que mais posso dizer?
Talvez que já vi este Grêmio nesta temporada.
Foi um pouco lá trás, quando foi eleito pontualmente como o time que melhor estava jogando no país.
Lembrando Nelson Gonçalves , diria ele voltou, o Grêmio voltou novamente...
Podem começar a vender os ingressos para a final.
Ai, ai, ai ai, ai ai ai
Está chegando a hora...
O tri está mais perto. Manchete de um jornal do Equador:
"Monumental baile del Gremio de Porto Alegre en la Libertadores" .
Barcelona: Maximo Banguera; Pedro Velasco, Xavier Arreaga, Luiz Caicedo, Beder Caicedo; Osvaldo Minda, Matías Oyola, Damían Díaz, Ely Esterrilla (Marcos Caicedo) e Washington Vera (José Ayoví); Ariel Nahuelpan (Erick Castillo).
Técnico: Guillermo Almada.
Grêmio: Marcelo Grohe; Edilson (Léo Moura), Pedro Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Jailson (Michel), Arthur, Ramiro, Luan, Fernandinho e Lucas Barrios (Cícero).
Técnico: Renato Gaúcho.