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O Movimento Grêmio Novo exigiu da Situação duas cadeiras no Conselho de Administração. Um, o grupo indicaria, e o outro seria Chitolina. Não levou. Insistiu. Não levou outra vez. Voltou a insistir e Koff entrou na parada para dizer que Chitolina não integraria a chapa de Romildo. Mais: deixou o MGV livre para apoiar a Oposição ou, ainda, lançar Cacalo, presidente de honra do movimento. MGV que se escudou em Cacalo para pressionar em busca de duas vagas. O MGV liberou o voto. É possível que agora, sem pressão, Koff convide alguém do grupo para integrar o CA. Não colou o movimento ter usado o nome de Cacalo para pressionar por duas vagas. Se, sempre no condicional, se Cacalo insinuou ao MGV que concorreria, bem, neste caso, o ex-presidente deveria seguir em frente, concorrer. Koff disse para amigos que a candidatura de Cacalo seria um grande incentivo para que ele, Koff, buscasse a reeleição.